segunda-feira, 14 de julho de 2014

Devocional - 13 de julho

Chegou o momento de descermos do nosso poleiro de desconfiança, e sairmos do nosso ninho de segurança aparente e abrirmos as asas da fé; um momento como a das aves, quando têm que começar a voar. Pode parecer que vamos cair ao solo, o mesmo parece à avezinha. Ela também pode sentir que vai caindo, mas não cai: suas pequeninas asas as sustêm; e, se falham, o pai ou a mãe a amparam com seu corpo. Da mesma forma Deus nos susterá. Apenas confiemos nele; seremos amparados e elevados nos ares. "Certo", diz alguém; "mas então devo lançar-me ao vazio?" Ao que parece é isso que o pássaro tem a fazer. Mas nós sabemos que o ar está ali, e ele não é tão insubstancial quanto parece. E nós sabemos que as promessas de Deus estão aí, e elas não são insubstanciais. "Mas parece tão improvável que a minha alma, tão fraca, possa vir a ser guarnecida de tal força". Deus não disse que será? Se Ele disse, você não poderá dizer que Ele é mentiroso! Será que Ele diz uma coisa e depois não cumpre? Se você receber uma promessa, uma promessa definida, aceite-a cegamente e confie nela inteiramente. Temos aquele que fala a palavra com segurança: "Em verdade vos digo". Confie nele. J.B. Figgis

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