terça-feira, 1 de julho de 2014

Devocional - 1 de junho

Estava pensando na passagem em que Jesus entra na cidade de Naim e se depara com um cortejo fúnebre. Uma mulher viúva está sepultando o seu único filho. O texto diz que Jesus se compadeceu dela e por isso tocou o menino ressuscitando-o e o restituiu à sua mãe. Sei que a compaixão não é um sentimento exclusivo de nós cristãos, mas entendo deva ser inerente. Qualquer pessoa no mundo pode se compadecer de seu próximo e também existem pessoas que não tem compaixão alguma. No mundo posso encontrar gente de compaixão e gente indiferente, mas entre nós, corpo de Cristo, a compaixão não pode faltar. Vivemos num mundo de indiferença e individualidade. O mundo pode ser assim, mas nós não podemos ser assim. Fiquei pensando no sentimento de Jesus. Ele se compadeceu porque era uma mulher viúva, ou seja, já havia sepultado o marido, e agora sepultava o seu filho único. A vida é dura. Pessoas sofrem todo dia em todos os lugares. Por conhecer a situação daquela mulher, Jesus se colocou no lugar dela, no lugar de alguém que não apenas viveria na solidão, mas na solidão somada à memória da perda de seu marido e seu filho. Quem conhece se compadece. O problema é que não temos tempo pra nos envolver com o problema de ninguém. Não quero dizer que esta seja uma regra, sei que tem gente que não se importa com ninguém, mesmo conhecendo a dor de seu próximo. Mas falando de gente que tem Deus dentro de si, falando de gente sensível ao que acontece ao seu redor, acho que posso estar certo. Zé Bruno.

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