segunda-feira, 16 de junho de 2014

Devocional - 15 de junho

Há muita confusão no meio cristão em relação a questão do julgamento. A palavra diz que o homem espiritual julga todas as coisas (1Co 2-15), isso significa que as coisas espirituais são percebidas por aqueles que têm o Espírito. Paulo valoriza o autojulgamento (1Co 11:31), a crítica construtiva (1Co 11:17) e a disciplina na igreja (1Co 5:3-5), mas ele argumenta que os cristãos, prestam contas somente a Deus e não podem ser julgados por meio do pensamento carnal. Há dois tipos de julgamento: o carnal e o espiritual. O objetivo do julgamento carnal é condenar, maldizer e destruir, enquanto que o objetivo do julgamento espiritual é admoestar, corrigir e edificar. Aqueles que não demonstram por suas ações a "mente de Cristo, não estão em posição de julgar ninguém. Jesus julgou homens em determinadas ocasiões, porém sua motivação foi sempre salvar. Seu amor estava completamente comprometido com as pessoas que ele julgou. Somente o amor nos dará motivos puros para o julgamento. Jesus não veio para condenar o mundo mas para salvá-lo. Qualquer pessoa pode julgar, mas será que pode salvar? Pode derramar sua vida em amor, intercessão e fé por quem está sendo julgado? Pode perceber uma área carente e, em vez de criticar, jejuar e orar pedindo a Deus para que seja suprida aquela mesma virtude que está faltando? Nesse caso, pode perseverar em oração motivada pelo amor, até que tal área em dificuldade floresça em Deus? Assim é a vida que Cristo nos manda trilhar!

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