sexta-feira, 13 de junho de 2014

Devocional - 13 de junho

Dois artistas pintaram, cada um, um quadro, para ilustrar sua ideia de paz. O primeiro escolheu como cena um lago sereno entre montanhas distantes. O outro passou para a tela uma cascata soberba, com um frágil galho pendendo sobre suas espumas; e numa forquilha do ramo, quase umedecido pela névoa, um ninho com uma avezinha. No primeiro quadro estampava-se estagnação; no segundo descanso. A vida de Cristo, exteriormente, foi uma das vidas mais açoitadas: tempestades e tumulto, as ondas lançando-se sobre aquela vida todo o tempo, até que o corpo vergastado foi ao túmulo. Mas na sua vida interior reinava grande calma. A qualquer momento podia-se ir a Ele e encontrar a paz. E ainda quando seus perseguidores o seguiam pelas ruas de Jerusalém, Ele voltou-se aos seus discípulos e ofereceu-lhes, como último legado, a sua paz. Descanso não é uma emoção que nos vem após um culto na igreja; é o repouso de um coração profundamente assentado em Deus. Drummond.

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